Recém casados Recém brigados


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Muitos casamentos vão por água abaixo no primeiro ano de coabitação por causa das brigas entre marido e mulher…

No ditado popular se diz:  “Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher!

Não quero meter a colher, mas ajudar a prevenir!

Sou recém casado, quase 8 meses, e esses dias conversando com minha esposa ela falava de um programa de TV que traz casos freqüentes de recém casados, recém brigados.  Nas cenas, reinam a gritaria, os palavrões e as agressões! E quando os protagonistas dizem “Eu não te amo mais!”, decepcionados com o outro e consigo mesmos, eu penso que o problema é ainda mais grave… “Talvez jamais tenham amado!”

(!) Não se espante!

É possível namorar muitos anos, noivar a casar, e até permanecer casado muitos anos sem amar verdadeiramente. Porque? Porque o amor não é uma receita com poucos ingredientes…

Porque há valores indispensáveis, componentes do amor genuíno, verdadeiro, que tem sido esquecidos… Embora a massa do relacionamento seja misturada e levada ao forno; embora se possa ver que é uma massa de relacionamento à dois, e se tenha tabuleiro e até mesmo um bom forno, se faltar algum ingrediente o “bolo” do amor pode até sair, mas não será o que se esperava.

Quero lembrar de um “ingrediente” muito importante sem o qual o amor não nasce, não existe!

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O conhecimento!

Podemos viver ao lado de pessoas por anos e anos sem as conhecer, sem saber quem elas são, sem conhecer seus sonhos… Infelizmente essas pessoas podem ser muito próximas a nós, podem ter o mesmo sangue que nós, podem ser irmãos, pais… Infelizmente.

No relacionamento amoroso, também!

E hoje em dia, muito mais. Buscar valores como: paciência, educação, responsabilidade, sensibilidade, ser trabalhador, higiene, simpatia, são apenas o início para uma boa escolha de companheiro (a) para toda a vida, para uma nova família.

Pena que a maioria das pessoas só se lembra dessas coisas básicas tarde demais!

Pena que os valores como beleza física, renda mensal, disposição para festas, modo de se vestir, acabam por superar e muitas vezes submergir àqueles no dia a dia dos relacionamentos… A decepção virá logo que o fervor dos hormônios  se abaixarem.

Mesmo os valores mais nobres ainda não correspondem  a um conhecimento suficiente para se decidir por casar-se com alguém.

É preciso conhecer além disso, é preciso montar no quebra cabeças da vida dos dois, o conjunto dessas coisas em ação numa pessoa que mudará, que amadurecerá, que hoje tem uma visão de mundo e amanhã terá outra, que hoje não compreende certas realidades e que amanhã, talvez permaneça sem compreender e sem aceitar…

O diálogo e a observação são imperativos neste processo.

Se o casal de namorados gasta a maior parte do seu tempo com o lazer, o indispensável processo de conhecimento pode estar sendo comprometido… Sobretudo porque os ambientes mais procurados para o lazer á dois são os que menos proporcionam conhecimento verdadeiro.

Mesmo aqueles que não guardam a castidade (por não conhecerem ou por não aceitarem), não conhecem verdadeiramente a sexualidade genuína do outro.  (leia depois a matéria sobre camisinha, na página “aos namorados”). E por que? Porque não é só fazer sexo muitas vezes que nos faz conhecer a sexualidade do outro, não é só ser carinhoso (a), não é só fazer deste ou daquele jeito… Qualquer prostituta (o), pode fazer melhor que você! Não está no fazer, não está no como fazer, não está na quantidade de prazer, está na além , muito além disso…

Para conhecer é preciso gastar tempo… Para ler um artigo como esse por exemplo!

Para ouvir o outro, para ler, na vida do outro sua essência. Só se ama o que se conhece.

Se as brigas devoram os primeiros dias e meses de casamento, pode ser que ao morar junto, você tenha se dado conta de que ele, ela, não era assim quando vocês namoravam… Não mesmo?

Ou será que no fundo no fundo seu amor era desconhecido?

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Pense nisso.

Se você é casado e enfrenta isso, há um longo trabalho pela frente, não desista! Não entregue os pontos, procure ajuda!

Se você ainda não casou, busque, privilegie o conhecimento do outro. É ele quem abre as portas para o amor verdadeiro.

Fique com Deus.

Se quiser conversar à respeito: jarles@geracaophn.com

Jarles, Canção Nova.

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2 comentários a “Recém casados Recém brigados”

  1. Realmente, a leitura não é algo muito apreciado. Uma boa leitura requer tempo, disciplina e dedicação… Seguindo o seu raciocínio, fazer uma boa leitura da pessoa amada, requer tempo (namoro santo), disciplina (sem sexo), dedicação (construir um amor sólido). Sou casada a três anos, amo muito o meu esposo. Sempre falo para ele que nós não nos casamos enganados. Conhecemos um ao outro. Claro, que estamos nos descobrindo mais e mais. Mas o dia-a-dia não foi uma surpresa a cada dia. Mas momentos bons, estar junto é gratificante. Para finalizar: EU AMO.

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