Trato íntimo com Deus

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Toda a forma de oração é um encontro do homem com Deus e, quanto mais profunda for a oração, mais íntimo será esse encontro, “comunhão verdadeira com o Pai e com o Seu Filho Jesus Cristo” (I Jo 1, 3).<!

Santa Tereza de Jesus também nos ensina a respeito da oração:

“Outra coisa não é, a meu parecer, oração mental, senão tratar de amizade, estando muitas vezes tratando a sós com quem sabemos que nos ama”

A oração não é uma meditação isolada em que a criatura se encontra só com os seus pensamentos, mas uma comunhão; a alma orante, na sua solidão, tem uma companhia: Deus, e enquanto trata com Ele na intimidade, pensa, ora, acredita e ama.

Com tantos barulhos externos, é necessário tomar uma decisão: a quem diga que, quanto mais se reza mas se tem vontade de rezar, quanto menos se reza, menos se tem vontade de rezar: então é necessário fazer uma escolha.

Faça uma consideração inicial, piedosa, como de maneira que o espírito se recolha e a vontade se sinta movida ao amor. E assim situada no centro da oração, a alma dialoga com Deus e promete maior generosidade, pede perdão, por não tê-lo reconhecido como único Senhor.

Com essas sinceras palavras, faça diante de Deus os seus propósitos práticos, sua avaliação para um novo que se inicia a partir de hoje na sua vida espiritual. Por fim, peça ajuda para os cumprir com verdadeira fidelidade.

Nosso modelo a seguir: Jesus Cristo, que em todas as decisões, orava sem cessar, buscando ocasiões para entrar em profunda intimidade com o Pai.

Não existe outro caminho da oração cristã senão Cristo. Seja a nossa oração comunitária ou pessoal, vocal ou interior. Ela só tem acesso ao Pai se “orarmos” em nome de Jesus. A santa humanidade de Jesus que é, portanto, o caminho pelo qual o Espírito Santo nos ensina a orar a Deus, nosso Pai. (CIC 2664).

Aprenda com Ele e viva esta linda experiência do encontro, a “verdadeira comunhão”.

Maria Rosangela
Canção Nova.

Como fazer novo o ano novo?

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Quando eu li este trecho de discurso do Papa, disse a mim mesmo: esse será meu jeito de viver 2014! E não é simplesmente indiferença ao que passou, porque essa atitude tem mais de fuga do que de coragem e mais de fraqueza do que de fortaleza!
Então, o que é a alma desta atitude?

ESPERANÇA.

Só quem tem esperança é capaz de deixar o passado em seu lugar, sem saudosismo e sem sentimento de culpa.

Entro em 2014 reconciliado comigo mesmo, com minha história, com as pessoas ou ao menos sigo este processo, trilho este caminho.

Porque tenho esperança e minha esperança nunca me engana ou decepciona.

Jesus!

E você, o que vai fazer deste ano de 2014?

Natal do presépio.

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O Natal é mais que um tempo de confraternização e troca de presentes. E muito mais do que papai Noel. Aliás, esta figura criada sobre o testemunho de São Nicolau, o verdadeiro “bom velhinho” que distribuía às famílias pobres nas noites congeladas de natal bem mais que “presentes”, mas alimento, se tornou um dos inimigos da espiritualidade do Natal.

Sem presépio não tem natal de verdade. Toda família cristã deveria ter um presépio em casa antes de qualquer outro símbolo. Pois nada traduz melhor esta maravilhosa notícia para a humanidade.

Nasceu um menino em Belém, o Salvador, não só dos cristãos mas de todas as pessoas !

Dar presentes para o cristão é mais do que bajulação, vaidade ou mesmo a ‘caridade’, porque sem considerar que Jesus habita no coração, na essência de cada pessoa, o caridade é simplesmente assistencialismo.

Então o que é presentear alguém no natal para o Cristão?

É presentear a pessoa vendo além do que ela é por fora ou do que possuí em bens, de sua religião ou outras preferências. É ter a consciência de que ali está a imagem e semelhança de Deus, e este mesmo Deus, no Natal, se fez um de nós, porque nos ama, com amor de predileção.

Se os reis magos do Oriente viajaram de tão longe para ver o salvador que havia nascido e lhe trouxeram presentes, nós, que o conhecemos e fomos resgatados por seu amor, o que não faremos neste dia especial?

O presépio é a simplicidade um rei. Rei do universo que não tinha lugar para nascer, não tinha ceia, mas celeiro, não tinha uma cama mas palhas de um estábulo.

Por isso, não se preocupe com a simplicidade de sua ceia de natal porque para Jesus faltava tudo mas não faltava o essencial que é o amor de sua família e de Seu Pai do céu.

Os maiores e melhores presentes de natal sempre são os mesmos: união e unidade, amor e carinho, perdão e reconciliação, alegria e simpatia, acolhimento e simplicidade…

Nenhum deles se compra, mas todo mundo quer, todo mundo precisa. Imagine um Natal sem eles!? Imagine o malhor presente que se possa comprar sem eles!?

Mas uma coisa é impossível de imaginar: o presépio sem Natal e um Natal sem presépio.

Feliz Natal!

Princípios educativos

 Dever do Pai e da Mãe
Família
“O dever compromisso-mútuo dos pais na tarefa formativa dos filhos precisa se integrar numa tarefa educacional solidária”.  (Documento 79)
Duas coisas são necessárias:  a firmeza e a disciplina do homem e a amabilidade própria da mulher para formar um príncípio educativo único.
O pai não pode descuidar de seus deveres de educador com desculpa de que sua função é só trabalhar  para sustentar a casa e a responsabilidade de educar é só da mãe.
A psicologia educacional demonstra que quando o pai se omite na educação dos filhos, muitas falhas acontece como: firmeza no caráter, carências, inseguranças no comportamento surgem na formação dos filhos independente se for menino ou menina.
Qual o papel do pai?  Estar disposto a sacrificar-se, mesmo tendo trabalhado o dia inteiro tem uma esposa que, mesmo que não trabalhe fora, trabalhou muito em casa.  E quando seu marido voltar, ela trabalhará muito mais.
O lar não é apenas um lugar de descanso. mas fundamentalmente um centro formador, uma escola dos mais altos valores.  O pai, é nessa tarefa, um elemento essencial, insubstituível.  Os pais precisam colher de Deus diretrizes para a educação dos filhos.  Para integrar esse princípio educador único é preciso reafirmar a união íntima e coerente dos pais, ambos em concordância no “sim” ou “naõ”. não preferir um filho a outro e não discutir diante dos filhos sem a devida reserva.
“Os filhos tem a necessidade de encontrar nos pais essa solidariedade perfeita, essa unidade completa de sentimentos e, sobretudo, a coerência entre palavras e as atitudes de cada um”.
É por isso que os filhos têm o direito a que os pais vivam unidos.  Tarefa exigente mas não impossível para àqueles que aspiram o matrimônio de acordo com os desígnios do Pai.
“Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher e os dois serão uma só carne”  (Ef.5,31).
Com carinho e orações,
Maria Rosângela.

– O coração humano na vida do casal –

Juntos na mesma direção

Independente da missão em que você exerça hoje, é livre para levar o seu coração aonde for.

Qualquer que sejam os compromissos, o coração humano sempre dá um jeito de intervir.

Imagine que, num casamento, o coração não só aparece, como interfere nos nossos atos e palavras e ninguém pode intervir, pois os dois se uniram precisamente por desejo e força do coração.

Quando Deus criou o homem e a mulher, o fez de tal modo que só destruindo o homem e a mulher é que se consegue arrancar o coração.

São Paulo dizia que por muitas vezes o coração dele pretendia uma coisa mas, terminava fazendo outra.

Não faço o bem que quero mas, o mal que aborreço…” (Rom 7,19).

Quando nos casamos temos a certeza de uma coisa: vamos conviver debaixo de um mesmo teto: por muitas vezes o nosso coração é tendencioso: hora está ríspido, hora está calmo, hora nosso coração tende a ser generoso, hora prefere vingar-se. Diante disto é necessário que cada um dos parceiros do casamento reconheça com atitude e boa vontade que o coração humano tem um caráter que apresenta um ou dois aspectos ou valores. De outra forma, os sentimentos negativos podem nos enganar e facilmente afastam o casal do caminho da felicidade.

Pe. João Mohana diz que:

Reconhecendo e tomando medidas para remediá-lo, age-se como um sábio paciente que conhecendo o diagnóstico, parte para o tratamento, para a vitória.

De que forma? Paciência nunca é demais para conhecermos a intimidade do coração do parceiro e o nosso também. Para um casal cristão, olhar sempre um para o outro seria um grande desastre mas, olhar juntos na mesma direção seria uma grande vitória.

O que os motivou a estar juntos até hoje?

Ouvi de um sacerdote a pouco tempo que um casal está pronto para enfim chegar ao matrimônio quando um olha para o outro e diz: “eu já não consigo viver sem você…”. Percorremos um longo caminho até hoje e chegou a hora de firmar os nossos passos no mesmo compasso.

E assim conhecendo bem as tendências, “os menos e os mais” do nosso coração transformaremos o casamento numa aventura digna de ser honrada.

Mas é necessário uma força maior a conduzir este coração, o Amor de Deus emanado, a Palavra encarnada dará um novo rumo quando a tendência for má por causa do nosso pecado. Por isso dar ao outro o que tem de melhor em seu coração fará com que esse amor conjugal tenha mais força para vencer os entraves da vida. “O meu melhor quero te dar…”

A maior descoberta e saber que, com o passar dos anos o meu cônjuge se tornara portador de um coração melhor, mais santo, mais companheiro.

 Com carinho e orações,

 Maria Rosangela Perfil

Maria Rosângela

Missionária Canção Nova.

 

Casamento fracassado

Mas como você se preparou para casar?

Há questionamentos que infelizmente só aparecem depois que a situação se complicou demais ou já culminou em separação. Um erro muito comum nos casais do século XXI é não se prepararem devidamente para o Casamento ou Matrimônio.

O namoro começa e a paixão dos inícios é quem manda no relacionamento, e por mais que se diga o contrário, a grande maioria dos casais nunca chega a amar de verdade o namorado ou a namorada, fica apenas na paixão e quando ela acaba também acaba o namoro. É comum ouvir a frase: “eu não amo mais!”, ou “o amor acabou!”. Em raros casos pode-se dizer que esta frase apesar de sincera, é também verdadeira. Para a maioria a verdade é: “eu nunca te amei”. E não foi necessariamente por falta de vontade ou egoísmo, talvez tenha simplesmente faltado tempo. E tempo de qualidade! Porque não basta apenas estar junto muito tempo, mas a qualidade deste tempo é determinante para que um relacionamento cresça e dure até que a morte os separe. Não é verdade que a amizade cresce mais quando este ‘tempo de qualidade’ é mais presente? Há amigos que vivem centenas de quilômetros um do outro, mas tem mais intimidade entre si do que com amigos que moram no bairro vizinho. Se, é assim com a amizade, muito mais entre os casais, que além de amigos são amantes, cumplices, parceiros, namorados, confidentes, suportes, cônjuges, uma só carne, um só coração… Um do outro. Ou pelo menos deveriam ser por vocação.

Como então aproveitar este tempo para que ele tenha qualidade e capacidade de solidificar um relacionamento a tal ponto que o casal possa dizer: estamos prontos para vivermos juntos o resto de nossas vidas?

Porque um casal já não conjuga mais a vida no singular. Quase tudo o que era ‘meu’, passou a ser ‘nosso’ e com o tempo o nosso será ainda maior quando vierem os filhos. O relacionamento com a família do namorado e da namorada é fundamental para a formação do novo casal. Esse tempo de qualidade é precisamente para o conhecimento do outro, que se revela muito mais e de maneira muito mais espontânea quando está entre as pessoas que ama e com as quais cresceu e se tornou gente: a família!

É naquela reunião em família de dia das mães, na passagem de ano, é naquele aniversário, no dia do acidente, nas ocasiões mais diversas, que a nossa presença é sentida e tem uma influencia direta na família e no relacionamento do casal. É assim que a intimidade ganha profundidade e amplitude. É assim que conhecemos melhor o caráter da pessoa com quem namoramos. Se ele é um trabalhador ou só enrola e dá jeitinhos; se ela é cuidadosa mesmo ou só vive à sombra da mãe ou da empregada que arruma tudo. É ali que a gente conhece as reações na hora da raiva e na hora da alegria. É com o tempo e a convivência de qualidade que sabemos como as pessoas lidam com as vitórias e com o fracasso. E assim, vamos conhecendo o perfil do nosso amado e da nossa amada, suas qualidades e defeitos, suas capacidades e medos. Podemos identificar onde precisamos de cura e de ajuda e se esta pessoa que escolhi é capaz de estar comigo nessas horas ou não. Isso faz a gente pensar em muitas coisas… E é preciso pensar mesmo, e sem medo de chegar à conclusão de que aquela pessoa que namoro não é o que esperava.

Ai está algo muito importante: O que você espera de um homem ou mulher tem que passar por vários critérios de avaliação que você tem, com certeza, para aplicar durante o seu tempo de namoro, porque depois que se casa a dor de uma separação precedida por muitas dores físicas, morais e afetivas, é muito pior do que a dor de quem corajosamente chega à conclusão de que o namoro foi bom, a pessoa é maravilhosa, mas depois de avaliar bem tantas situações, não vamos nos casar. Essa não é a pessoa que escolho.

Parece complicado, complexo, mas se esta atitude reina no relacionamento desde o início, as chances de acertar são muito maiores. É claro que ninguém manda no coração de ninguém, mas manda na vontade!  E é à vontade quem decide: “É de livre e espontânea vontade que o fazeis?” Essa é a pergunta do padre para cada um dos noivos no dia do casamento, e para respondê-la com convicção e segurança é preciso estar preparado por um relacionamento sadio, maduro, lúcido, sincero, verdadeiro, capaz de elevar o coração e a vida dos noivos de tal forma que é impossível viver longe um do outro.  Há uma força que os atrai um para o outro que está muito além do desejo físico, da conta bancária, da fama, do status ou de qualquer outra realidade prazerosa, mas volátil. É à força do amor, muito mais relacionada ao caráter, à história, à admiração, à amizade, ao coração, à alma… E ao que não se sabe explicar, mas que simplesmente e apesar de tudo, quero estar com você!

Isso não garante isenção de tribulações e tempestades no relacionamento depois de casados, de modo algum! Mas forma um casal preparado para enfrentar essas adversidades juntos, com maturidade e coragem, venham elas no início, no meio ou no final de suas vidas juntos, e elas virão certamente. Quem não está preparado sofre mais ou perece num divórcio que só é saída para quem já perdeu para quem já desistiu para quem já fracassou, infelizmente.

Quem já casou sabe ou deveria saber que seu cônjuge não se tornou um só coração com você no dia do seu casamento da mesma forma que se tornou uma só carne na lua de mel… São dons diferentes para realidades diferentes em benefício do casal. Tornar-se uma só carne é mais fácil e natural que tornar-se um só coração. A realidade de ser uma só carne caminha mais rapidamente do que a de ser um só coração, e com o passar dos anos, se essas realidades são devidamente cultivadas (o namoro que continua), tendem a alcançar um nivelamento na vida conjugal, dando ao casal uma maturidade que emana para a família e todos os que estão ao redor. Com o avançar da idade, a realidade de uma só carne tende a decrescer com o envelhecer do corpo enquanto que a realidade do coração avança ainda mais sublimando o que falta agora no campo sexual, e é isso que mantém os casamentos até que a morte chegue para um dos dois. Não avançar decididamente desde o início na realidade de se tornar um só coração com seu cônjuge é lançar-se num caminho arriscado, onde o amor para no físico, e começa a depender dos cosméticos, das dietas, das academias, das plásticas, das roupas, e de tudo o que ‘faz parecer’, para se manter de pé. Quando se cultiva o coração do outro, usa-se tudo isso, sem depender de nada disso.

Há tempo para salvar meu casamento?

Para Deus tudo é possível!

Você precisa se decidir por seu matrimônio em primeiro lugar. Decidir-se por salvar seu casamento. Precisa identificar os problemas e os erros, sobretudo os seus, e converter-se, e procurar ajuda qualificada, de amigos de verdade, de um sacerdote experiente, de familiares maduros e com relacionamentos estáveis, mas, sobretudo de Deus, na oração.

Você pode começar concretamente parando de reclamar e de acusar. Um segundo passo é reconhecer seus erros e pedir perdão. Perdoe também, mesmo que seu cônjuge não lhe peça perdão. Cultive a realidade de ‘Um só coração’. São gestos simples, palavras simples, reações simples que você tinha para com seu cônjuge antes de se casar ou no início do casamento que edificavam, faziam crescer, agradavam… Mas que depois caíram no esquecimento. Retome!

É uma mesa bem arrumada, é um ajuste nas cortinas da sala, é um passeio no parque, são as férias naquele lugar especial, é o tempo para ouvir o outro, é a paquera antes do ato conjugal, são as flores e o jantar romântico, ou aquele álbum de fotografias que nunca saiu… São todas as atitudes externas que “dizem” Eu te amo, são elas que precisam ser retomadas.

Tudo isso vai abrir caminho para o mais importante: o diálogo do coração! Onde você sabe que seu cônjuge não esconde mais nada de você e o acesso ao seu interior voltou a se abrir para você. Agora é só entrar e repousar em seus braços de onde você nunca deveria ter saído, e onde Deus escolheu para representa-lo como no casamento de Cristo com a Igreja.

Deus abençoe você!

Jarles

Comunidade Canção Nova.

Livre para todos os públicos?

 Aviso obrigatório antes de qualquer programa de televisão no Brasil, a classificação do programa exibido deveria receber maior atenção, sobretudo por parte de pais e educadores.

O Brasil é muito marcado com essa história de censura, sobretudo na época da ditadura militar. Porém o que se vê agora é um movimento contrário quase incontrolável onde nada pode ser censurado, e corremos o risco de orpimir nossa sociedade da mesma forma, desta vez com a falsa liberdade.

Para quem não costuma prestar atenção a isto, que de longe é um detalhe, mas antes uma informação que além de importante deve ser verdadeira disponibiliza os diferentes critérios de censura.

 Classificações etárias

LIVRE: Não expõe crianças a conteúdos potencialmente prejudiciais. Exibição em qualquer horário;

 

 10 – Não recomendado para menores de 10 anos: conteúdo violento ou linguagem inapropriada para crianças, mesmo em menor intensidade. Exibição em qualquer horário;

 

12 – Não recomendado para menores de 12 anos: as cenas podem conter agressão física, consumo de drogas e insinuação sexual. Exibição a partir das 20h;


14 – Não recomendado para menores de 14 anos: conteúdos mais violentos e/ou de linguagem sexual mais acentuada. Exibição a partir das 21h;


16 – Não recomendado para menores de 16 anos: conteúdos mais violentos ou conteúdo sexual mais intenso, com cenas de tortura, suicídio, estupro ou nudez total. Exibição a partir das 22h;


18 – Não recomendado para menores de 18 anos: conteúdos violentos e sexuais extremos. Cenas de sexo, incesto ou atos repetidos de tortura, mutilação ou abuso sexual. Exibição a partir das 23h;

 

Apesar de serem baseados na capacidade da pessoa de compreender, absorver, suportar psicológica e afetivamente as informações e imagens contidas no determinado programa, os critérios da sociedade mudam com a “evolução” do mundo… Se observar bem, há programas em horários inadequados aos montes passando na TV sobretudo no domingo, quando a Família está diante da televisão.

Cuidado!

Sobretudo para nós cristãos, os critérios morais não mudam e evoluem com a globalização, mas se mantém firmes no ensinamento do evangelho. Nem tudo que se diz Livre para todos os públicos pode realmente ser assistido por um cristão. Nem todo o desenho por uma criança, nem todo filme, programa de Domingo…

A censura do Cristão é o Evangelho. É ele, a nossa referência.

Um bom programa para você!

Jarles, Canção Nova.

Sintonize a TV Canção Nova em todo Brasil

 

Meu SIM é para sempre, minha decisão definitiva.

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